Nossos 4 leitores j� deram reloads




19/04/2004 07:37
Hmmmmm, que delicia....

Beijos a todos, e em breve volto com post novo!!!!


enviada por Tiazinha



09/03/2004 19:45
Bom...

Pessoal...vou começando com as desculpas, pois sabem como é, carnaval, Salvador, uma "ingênua" garota de 20 anos a flor de pele.... hmmmm, não dá para resistir às tentações do mundo moderno.

Não sei se todos sabem, mas eu tenho um vício de carregar minha câmera na bolsa. Assim, não perco nenhuma oportunidade.
E hoje no trãnsito me bateu uma excitação, que não conseguia segurar, via aqueles carros parados, eu sozinha, o carro da esquerda me olhando.... não resisti, olhei para ele com aquele olhar 43, fui escorregando no banco (conforme a foto abaixo), aquele insul-film, que com o sol fica mais ou menos claro (você só consegue ver os vultos), comecei a passar a mão no meu rosto..... os dedos nos meus lábios, chupei um deles, desci a mão pelo pescoço, não escondia a cara de excitada, abaixei um pouco a blusa, meu sutiã quis aparecer, olhei para o lado novamente, notei que ele estava se masturbando, adorei aquela cena, foi quando apertei meus seios com vontade, coloquei uma perna no banco, ele já estava me comendo com os olhos, passei os dedos por cima da calcinha, não resisti, enfiei um dedo....eu já estava completamente molhada, enfiei o dedo na boca (e nada do trânsito andar), vi que ele estava gozando, continuei....não queria mais parar, ele voltou a se masturbar, olhei para o carro à direita, para minha surpresa, não era um carro, e sim, um caminhão, a sorte que era só a traseira dele, isso me deixou mais aliviada, não sei o porque, já que aquele voyerismo estava me excitando, comecei a me contorcer, enfiei mais um dedo, eu latejava, ele aproveitava dessa situação, gozei, tremia, ele adorou a cena, percebi que estava me seguindo, mudei meu caminho (afinal de contas, não podia deixar que ele descobrisse onde eu trabalho), mas realizei uma fantasia minha..... (uma das....)

Um grande beijo a todos

Tiazinha


enviada por Tiazinha



20/02/2004 14:20
Pessoal....

O bom filho à casa torna...

Tiazinha voltou!!!!

E para acabar com essa masculinidade toda que meu querido Carioca deixou por aqui, vou mostrar que sou uma mulher de peito...






Uiuiuiuiuiuiui

Um grande beijo a todos

"Tiazinha"
enviada por Tiazinha



10/02/2004 14:02
Pensamento do dia:
homenagem a nossos 4 leitores.

"Que nossa amizade seja como couro de buceta: não acaba nem fudendo!"

O Poder do Marketing:

Esta é nova! Imaginem só a que ponto o marketing chegou! Depois de muito tempo procurando o veículo de massa perfeito, parece que a nova schin, finalmente, o descobriu.

Em sua nova abordagem a schincariol está estampando sua marca em pontos onde quase todos os seus consumidores passam e sempre passam com o maior prazer conjugando sua marca com experiências agradáveis e, principalmente, atirando prá valer no seu novo publico alvo: as mulheres.








Ao que parece, o próximo passo deste tipo de propaganda são as parcerias. Informações não oficiais tratam que a Nova Schin está fechando com a Nissin para se colocar do outro lado uma propaganda de miojo com o slogan:

" Miojo também entra duro, e também sai mole e pingando 3 minutos depois."


[]s
O Carioca 30


enviada por O Carioca 31



06/02/2004 13:01
Piadex do dia


O Fabuloso Guedes
Um casal vai passar a lua de mel em Valinhos e, de repente, se vêem
perdidos em um bairro decadente. Após andar um tempo, passam por uma casa de espetáculos pornô onde está anunciado:

HOJE, O FABULOSO GUEDES!

Curiosos, resolvem entrar para conhecer. Após algumas representações, é anunciado o FABULOSO GUEDES, que entra sob grande aplauso. Começa então a apresentação: Vem para a cama uma louraça, que ele traça; vem em seguida uma morenaça, que ele traça também; e aí vem uma ruivaça, e ele traça...

O público aplaude efusivamente. Os dois já concordam que o cara deve estar esgotado, mas depois da última mulher, escuta-se o rufar de tambores e entra uma pessoa com uma mesinha com 3 nozes. GUEDES então, com o pênis, quebra as três nozes com três pancadas precisas.

O público vai então à loucura, aplaudindo de pé.

Vinte e cinco anos depois, o casal decide comemorar as bodas de prata em Valinhos, para recordar os velhos tempos... Chegando lá têm a idéia de refazer o percurso que fizeram e acabam encontrando a mesma casa de espetáculo, agora bem mais decadente, e para a surpresa dos dois, tinha ainda na porta o mesmo cartaz anunciando:

HOJE, O FABULOSO GUEDES!

Movidos pela curiosidade, vão então assistir o espetáculo e vêem o mesmo cara, já um senhor, traçando todas com a mesma energia.

Ao final, quando os tambores começam a tocar, entra a pessoa com a mesinha, agora com três cocos, que ele quebra da mesma forma que antes.

Admirados e surpresos, vão ao camarim conversar com o GUEDES e perguntam sobre a mudança de nozes para cocos, e o ator responde:

- Vejam vocês o que não faz a idade...
- Velhice é terrível.
- Eu tive que trocar para cocos porque, depois de uma certa idade, a vista ficou fraca e eu não conseguia mais acertar as nozes...



Da Sogra que te adora!!!

Uma senhora decidiu saber se os maridos da suas três filhas gostavam dela.
No dia seguinte foi dar uma voltinha com o primeiro genro e na beira de um
lago escorrega, cai e sem saber nadar, começa a se afogar. O cara, sem
vacilar pula na água e a resgata.
No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Peugeot 106 com o
seguinte recado:
- "Obrigado. Da tua sogra que te adora."
Foi dar uma voltinha com o segundo genro e na beira de mesmo lago
escorrega, cai e sem saber nadar, começa a se afogar. O cara, sem
vacilar pula na água e a resgata.
No dia seguinte encontra na porta da sua casa um Peugeot 106 com o
seguinte recado:
- "Obrigado. Da tua sogra que te adora."
Finalmente foi com o terceiro genro e na beira do lago escorrega, cai e de
novo, começa a se afogar. O cara, fica olhando para a mulher se afogando e
diz:
- "Velha de merda..... há anos que esperava por isso!!!" e vai embora.
No dia seguinte encontra na porta da sua casa um BMW 745i com o seguinte
recado:
- "Obrigado. Do teu sogro que te adora."

enviada por O Carioca 31



30/01/2004 09:55



enviada por O Carioca 31



29/01/2004 19:52

Pensamento do dia:
Se você sentir duas bolinhas encostando na sua buceta, não se preocupe: o pior já passou.
Long Dong Silver



Quinta-Feira – Revolutions

Depois de todo este tempo, encaixe mais perfeito não poderia existir. Quase se conseguiu ouvir um click. Suas entranhas quentes já me puxavam pelo membro pra dentro de si. E frente tamanho desejo explicito em seus sucos vaginais, não mais pude resistir e deslizei suave pra dentro daquelas carnes trêmulas e tórridas.

Fui sentindo, a cada milímetro seu calor aconchegando meu pau teso que a invadiaLento, mas inexorável, numa sensação indescritível como toda sensação em sua essência. Deslizei, deslizei e parei fundo. Senti a ponta da cabeça de meu pau tocar-lhe o colo do útero. Ela estremecia com suas pernas entreabertas ao lado de minhas coxas. Olhos nos olhos. Ela mordia os lábios fortemente, em expressão de prazer. Ela me abraçou forte, recostou sua cabeça em meu peito...Abraçou meus quadris com suas pernass, coltou um gemido bem mais forte.

Me acomodei tocando seu grelinho com a base do meu pau e ela soltou outro gemidinho. Ela ainda me abraçava forte me tolhindo os movimentos com esus braços. Comecei a rebolar de um lado para o outro, ainda dentro dela, com a base do meu pau roçando-lhe suavemente o clitóris.. Ela gritou e cravou os dentes em meu peito, me causando um mixto de dor e prazer duplo. Prazer por ela estar me devorando, assim como eu a queria devorar. Prazer por estar dando prazer tamanho a ela.

Continuei rebolando desta maneira conforme notei que ela estivesse gostando. Alguns poucos minutos e ela soltou mais um grito...Longo, quase agonizante. Estremeceu, me mordeu mais forte. Jogou a cabeça sobre o travesseiro e me olhou nos olhos com cara de gozei. Livre de seu abraço apertado, continuei fundo em sua buceta vibrante, mas, desta vez, efetuando movimentos circulares. Massageava todo o seu canal vaginal com estes movimentos, tocando em pontos que não costumavam ser tocados normalmente.

Ela delirava, agarrou suas mãos em meus quadris e ficou acompanhando o meu movimento, enquanto a estocava fundo.. Agarrei suas mãos, as coloquei sobre minha bunda e comecei num movimento lento e longo de vai e vem. Tirava quase tudo até ficar somente a cabeça entre seus pequenos e grandes lábios e depois recolocava tudo de novo até sentir a ponta de meu pau lhe tocar levemente o colo do útero.

Ficamos assim por algum tempo até que ela, com as mãos em minha bunda, começou a comandar o ritmo das estocadas. Ela literalmente dirigia a forma como eu a comia deliciosamente. Ela comandava e eu estocava fundo, raso, rápido, lento., em ângulo e tudo mais que a imaginação e seu desejo expressassem em suas mãos. Ela foi aumentando o ritmo mantendo as estocadas longas e pouco antes de gozar, cravou suas unhas em minha bunda, me fazendo meter bem mais fundo dessa vez. Sentindo o fundo de sua buceta, o canal contraindo e suas unnhas me impedindo de sair da posição, não resisti e gozei deliciosamente dentro daquele corpo gostoso e safado.

Jatos quentes e um bom volumede porra foi despejada ali. Ficando preso na camisinha. Seu canal contraia ritmadamente, como que ordenhando meu pau e extraindo até a ultima gota de sêmen. Ficamos assim por alguns minutos.

Tirei meu membro de dentro dela. Removi a camisinha e deixei meu pau melado encostado naquels lábios suculentos de sua bucetinha. Senti que ela ainda pulsava de tesão. Meu pau continuava duro e ela pôde sentir. Ela me deitou de barriga pra cima. Poe meu pau em sua boca, sugando os últimos resquícios de porra e deixando-o ainda mais duro. Esticou a mão para a mesinha de cabeceira e puxou outra camisinha.

Ela segurou a camisinha entre os dentes, deslizou seus seios sobre meu corpo, colocou parte da embalagem em minha boca e rasgou a embalagem com os dentes. Puxou o conteúdo com os lábios e veio descendo com seus seios por meu corpo. Ela pegou meu pau, segurou por uns instantes, analisou como quem quer ver o se o estado ainda pemite brincadeira, deu um sorriso e me vestui novamente. Novamente, me acariciando com seus seio, me beijou a boca e enquanto eu estava distraído, ela meteu meu pau em sua bucetinha quente de novo de uma só vez.

Novamente, fui abraçado pelo fogo daquela xoxota insaciável. Ela agora deitava sua cabeça sobre meu peito e rebolava suas ancas deliciosamente sobre meu pau. Gemendo baixinho e respirando ofegante. Depois de alguns minutos, ela se sentou sobre meu pau e começou a me cavalgar gostoso, hora pra cima e pra baixo, hora circularmente. Ela esticou seus braços atrás das costas e começou a massagear meu saco enquanto me cavalgava. Com uma de suas mãos ela começou a se masturbar enquanto galopava ferozmente. Vez por outra, sua mão subia e apertava seus seios.

Estiquei minhas mãos em direção a seus peitos e comecei a acariciá-los. Ela usou sua mão para fazer um coque e segurar os cabelos que lhe caiam no rosto. Eu me deliciava naquela situação, com sua buceta me engolindo a rola, minhas mãos naqueles seios pequenos e tenros, acariciando os mamilos, apertando de vez em quando e sentindo o prazer daquela gata no cio que segurava seus cabelos acima da cabeça.

Após alguns minutos, Ela agarrou minhas mãos e afastou de seus seios, colocando-as em suas coxas. Tentei novamente pegar seus seios deliciosos, mas ela novamente não deixou. Com minhas mãos devidamente acomodadas em suas coxas alvas e grossas. Ela continuou me cavalgando se masturbando e tocando seus seios. Olhinhos fechados, sentindo prazer. Não resisti. Sentei-me. Ela continuou cavalgando, esta minha amazona safada, eu comecei a lamber seus seios. Ela mudou o estilo do galope para um trotezinho curto e compassado.

Como estava prestes a gozar de novo, parei seu passeio e deixei a tensão diminuir, lambendo seus seios. Um e depois o outro.

Passada a tensão, Me pus de joelhos, acomodei seus quadris sobre uma de minhas pernas e meti novamente, bem fundo. Suas pernas estavam para cima. Seu pé sobre meu peito, o outro sobre meu ombro. Nessa posição, Voltei a bombar fundo, acariciando suas pernas até as coxas, Lambendo suas canelas e seus pés. Massageando seu clitóris com os dedos. Ela acariciava seus seiios. E eu bombando fundo e gostoso.

Agarrei-a pela cintura e, sem tirar, Puxei a de volta pra cima. Me pus de joelhos e ela literalmente trepada em mim. Um vai e vem gostoso nesta posição e gozei, despencando sobre seu corpo como um carvalho caindo. Novamente, gozei quase a ponto de sair de mim. Ela gozou segundos depois, com meu peso sobre seu corpo enquanto mais uma razoável quantidade de porra quente a aquecia por dentro, presa na ponta da camisinha. Ofegantes, consegui sair de cima dela após alguns minutos. Me deitei a seu lado. Ela esticou a mão em direção a meu pau, tirou a camisinha, espalhou o conteúdo sobre os cabelos que tenho do umbigo aos pentelhos. Rastejou até lá e lambeu o resultado do prazer que ela tinha me dado. Voltou com sua boca ainda cheirando a minha porra e me beijou deliciosamente.

Ficamos abraçados. Entre cafunés e suspiros. Aormecemos os dois. Abraçados. Um curtindo o corpo do outro. Acordamos sobressaltados com um bip do celular dela. Era uma mensagem de texto, confirmando o vôo dela de volta.

Notamos que a mensagem chegou um pouco tarde. Estávamos atrasados. Ela foi tomar banho. Fui junto pra economizar tempo. Ela se molhou., saiu do chuveiro. Me molhei enquanto ela se esaboava. Sai do chuveiro pra que ela se enxaguasse. Me ensaboei. Ela ficou rindo da minha aprencia cheia de espuma, principalmente do meu membro inchado de tanta brincadeira. Me aproximei e a beijei deliciosamente, sujando-a de espuma.

Ela mandou eu tirar a espuma primeiro. Mas me interrompeu. Me puxou do chuveiro, passou sabonete nas mãos e disse:

- Deixa eu ver como é lavar um pau.

Ela se pôs atrás de mim, e com a mão cheia de espuma começou a lavar meu membro flácido e inchado, que não permaneceu assim por muito tempo tamanho seu traquejo com as mãos. Depois o enxaguou fazendo uma calha com uma das mãos por onde a água do chuveiro escorria sobre a cabeça do meu membro tirando a espuma.

Ela achou interessante, mas estava atrasada. Se enfiou debaixo do chuveiro e continuou retirando o resto de espuma que sobrou nela. Tudo ia bem até que ela se abaixou pra lavar as pernas expondo aquele rabo maravilhoso pra mim. Meu pau que já estava meia bomba com a brincadeira do sabonete, ficou duro de vez. Feliz , saltitante e inchado, me enchendo de orgulho. Chegueei devagarinho e o encostei em sua bucetinha. Ela parou de limpar as pernas. Levantou o corpo, afastando seus cabelos molhados. Beijei seu pescoço molhado e ela começou a ficar mole de novo, debaixo do chuveiro quente.

Meu pau roçava em sua bunda generosa.Minhas mãos molhadas deslizavam sobre seus seios até seu púbis. Comecei a dedilhar seu grelo sobre a água quente do chuveiro forte que lhe banhava os seios e parte caia entre suas costas e meu peito inundando seu reguinho onde meu pau estava alojado.

Ela estremeceu as pernas ao sabor da minha siririca. E foi abaixando, abaixando, abaixando e se postou de 4. Foi a minha deixa pra fodê-la como um cachorro debaixo da chuva quente e dos vapores no voz blindex.

Agarrei sua cintura e comecei bombando lento e raso só pra ela se lubrificar. Não demorou muito. Ela já me pedia que metesse tudo. Agarrei-a pelos cabelos a outr amao pela cintura e comecei a meter fundo naquela xoxota sedenta de porra. Seus gemidos pareciam ganidos de filhote de cachorro. Não resisti e disse em seu ouvido.

- Sabia que vc queria mais rola, minha cadelinha!

Ela ganiu mais forte. E eu meti mais e mais forte e rápido. Continuei metendo e dizendo sacanagens gostosas na orelha da minha cadelinha yorkshire. Não tardou ela gozou ali de quatro epsetada pelo meu pau desabando no chão molhado do Box. Continuei bombando com aquela fêmea jogada no chão do Box do motel com a bunda empinada pra que eu metesse mais gostoso. Não tardou e ela deu uma rebolada mais gostosa me fazendo chegar perto do gozo. Tirei meu pau e gozei gostoso melando aquela bunda maravilhosa com minha porra quente, espalhando-a depois sobre toda aquela extensão, massageando suas nádegas com minhas mãos enquanto pincelava seu cuzinho com a cabeça do meu pau.

Nos sentamos no chão do Box. Ela sobre meu colo e nos refizemos debaixo do chuveiro. Nos lebantamos. Ela terminou seu banho. Eu terminei o meu. Fomos para o quarto nos preparar para sua viagem. Ela olhou o relógio. Já não havia mais chance dela pegar qualquer vôo de volta.

Decidimos relaxar. Jantaríamos, dormiríamos e eu lhe daria uma carona até sua cidade na madrugada, numa viagem que renderia outras histórias interessantes, mas estas ficam para um outro conto.

FINIS.

[]s
O Carioca 30


enviada por O Carioca 31



26/01/2004 18:19

Frase do Dia:

"Há mulheres que se conquistam com um gesto...
Há mulheres que se conquistam com um olhar...
Há mulheres que se conquistam com um beijo...
Ha mulheres que se conquistam com a inteligência...
Há mulheres que se conquistam com o carinho...

Para todas as outras existe Mastercard. Mastercard o mais aceito da princesa à puta!"
Adágio Popular.




Quinta-Feira – Parte IV (O Retorno)

E começo a acarinhar seu púbis com meu rosto, beijando os pedacinhos depilados.Suas pernas entreabertas me permitem ver o esplendor de seus lábios generosos e aconchegantes, que vez por outra se contraem ao ritmo de minha respiração que se compassou com a dela. Mas sua xotinha quente e melada vai ser meu prato principal: continuemos com a entrada.

Para dar uma demonstração do que vem, passeio lentamente com minha língua por sua virilha. Minha língua desce quente e molhada por uma virilha. Meu nariz, roça no seu grelinho. Minha boca passa por seu períneo, eu brinco um instante com seu rabinho e a língua retorna pela outra virilha, contornando os pentelhos cuidadosamente aparados sob o púbis molhado de minha saliva e nosso suor.

Numa destas voltas, desço com minha boca desbravadora pela parte interna de sua coxa.Com chupadas mais vigorosas, leves mordidas e eternas lambidas que serpenteiam formando oitos imaginários, ou simplesmente símbolos de infinito, como o tesão que sinto por ela. E continuo descendo.

Minhas mãos ha muito já não alcançam mais seus seios para acariciá-los. Mas elas alcançam sua barriga, seu púbis, sua xotinha incandescente. E nada é mais gostoso naquele momento do que sentir seus lábios fartos, quentes e encharcados entre meus dedos. Enquanto a distraio com meus dedos mágicos, quase não percebes que já passei por suas canelas e agora revelo mais uma de minhas taras. Chego a seus pés, onde literalmente os lavo com minha boca beijando cada cantinho dos pezinhos graciosos. Massageando com a mão que sobrou, abocanho cada dedinho a começar do mínimo.

Chupo-os como se fossem pequenos M&Ms, um a um, esperando que derretam em minha boca. Até que chego no polegar. Em seguida abocanho de dois em dois dedos para brincar com a língua entre eles. E minha outra mão a distraindo com os lábios de sua xoxota.

Após percorrer cada dobrinhas dos dedos, é hora de voltar. Despeço-me de seus pés, acarinhando a sola e a parte de dentro com meu rosto.

Acaricio sua xoxota com minha mão, do grelo ao final hora abrindo carinhosamente, hora deixando um dos dedos deslizar vagarosamente, mas com vontade, para dentro de tuas entranhas quentes. É quando faço o caminho de volta com o mesmo esmero até retornar a sua xoxota, que já se encontra ocupada por meu indicador.

Meu dedo lhe massageia por dentro indo carinhosamente até o fundo e retornando pela parede da frente de sua vagina. É quando volto a chupar-lhe a xoxota com toda a volúpia que ela consegue me causar.

Suas pernas se abrem mais me convidando, mas não posso abandonar a deliciosa entrara pela metade. Quando suas pernas se abrem, melhor dá pra sentir o calor que sua xotinha está emanando e o perfume inebriante de tesão feminino me invade as narinas, me entorpecendo, me enlouquecendo, me fazendo latejar de desejo mais e mais.

Coloco também meu dedo médio xoxota adentro. Agora ambos a massageiam por dentro: um em cada parede, movimentos ondulantes. Enquanto meu polegar descobre as delicias de seu grelo intumescido e pulsante.

Minha outra mão acaricia seus pentelhos, e minha boca inicia seu trabalho mais prazeroso. Lambendo seu grelo desprotegido, passeando pelos lábios cuidadosamente separados com os dedos que estão de fora do calor gostoso da sua boceta. Ela já passara dos suspiros pra gemidos.

Abocanho seu grelo demoradamente, enquanto meus dedos a conhecem por dentro. Isso livra minha mão pra que ela lhe acaricie os seios. Determinadas combinações de meus dedos e minha boca começam a fazer seu corpo contorcer descompassado, querendo fugir do prazer que estou lhe proporcionando. Sua cintura começa a rebolar como que querendo que eu esteja mais e mais dentro dela.

O delicioso suco que escorre de sua xotinha já levemente inchada, se canaliza entre meus dois dedos e é bebido por mim na palma de minha mão. Vez que outra, troco de mão para lamber os dedos encharcados dela. Depois de um bom tempo nessa sacanagem gostosa, sua boceta se contrai vigorosamente comprimindo meus dedos. Sua respiração estancou. O sabor de seu suco e o cheiro mudou. Ficou mais acre. Seu corpo começa a tremer rapidamente, e suas coxas se contraem comprimindo minha cabeça.

Abocanho toda sua xoxota de uma vez e brinco com minha língua em suas carnes com sua xoxota toda abocanhada. Sua respiração virou um só longo gemido baixinho interminável. Logo suas pernas relaxam e me permitem continuar a lamber seu sexo provocando-lhe gostosos choquinhos e lhe fazendo soltar gritinhos.

Tiro meus dedos de dentro dela. Dou um longo beijo de língua em sua boceta ensopada e venho serpenteando meu corpo de volta por cima do seu até que possa lhe dar um gostoso beijo na boca de agradecimento enquanto meu membro duro e molhado encaixa novamente entre suas carnes suculentas. Olhos nos olhos, nenhuma palavra, mas um olhar é suficiente para se fazer entender.

(continua...)

[]s
O Carioca 30

enviada por O Carioca 31



23/01/2004 11:13

Pensamento do Dia:
"Quem carca não tem limite, quem toma é que sabe onde começa a doer!"



LS. Jack


Quinta-feira III – A Missão

Tempos depois, tentei procurar uma palavra que descrevesse o que ela fazia comigo naquela cama. Não consegui encontrar, até que um dia, folheando um calendário de eventos, pintou a tal palavra: degustação. Ela estava degustando meu membro intumescido pelo tesão das brincadeiras que haviam acontecido até ali. Não por menos, somente de presenciar aquela cena, onde aquela mulher e toda sua volúpia pareciam sentir um imenso prazer por simplesmente beijar, lamber, chupar e morder minha peia, por pouco não acabo gozando.

Em verdade, se eu simplesmente parasse naquele momento para imaginar qual seria sua reação seu eu gozasse ali, em sua boca, provavelmente eu acabaria gozando. Mas, por sorte não aconteceu. Percebi minha frágil situação e não estava disposto a cantar o “Parabéns” assim logo no comecinho da festa, no momento que estamos namorando a mesa de doce pra escolher a melhor forma de comer os brigadeiros.

Resolvi virar a mesa. Em uma manobra instintiva que não saberia descrever hoje em dia, de repente, me vi sobre ela deitada de frente pra mim. Também instintivamente, começo com um delicioso banho de língua nela. Beijo profundo, molhado e faminto...Olhos nos olhos, começo mordiscando o queixo, lambendo o maxilar até as orelhas...Descendo pelo pescoço...Um looooongo período no pescoço com beijos e lambidas: beijos descendo, lambidas subindo até as orelhas onde a pontinha da língua explora cada cantinho. Um pouco de expiração ofegante e quente na sua orelha enquanto falo umas "bobiças indecentes” e a mão percorrendo outras partes do corpo, preparando pra visita de minha boca.

Quando ela estava no ponto, peguei em seus pulsos, estendi seus braços pra cima em direção à cabeceira da cama e como um passe de mágica amarrei suas mãos com a faixa do roupão. Sigo beijando e lambendo seus braços pela parte interna, passando por dentro dos cotovelos. Simulo sua xoxotinha nas dobras do seu braço e brinco beijando essas dobrinhas como trailler do que está por vir.

Subo até tuas mãos amarradas, onde chupo cada um dos seus dedos com carinho e tesão. E até chegar nessa posição seus olhos viram todo meu tronco passando e ela novamente avista seu objeto de desejo mais e mais perto, mas ainda longe do alcance de sua boca cheia d’água. Eu nunca vira alguém com tanto tesão em me chupar até então. E nem faço questão de que alcance porque está na minha vez de lhe dar prazer.

Ainda brincando em suas mãos, traço o contorno das palmas com a ponta da língua, fecho suas mãos puxando seus dedos com meus dentes e lábios suavemente, simulando, novamente, uma macia xoxota onde aplico uma sessão de chupadinhas quentes. Quando ela começou a ofegar e pedir coisas desconexas, desamarrei a faixa de seus pulsos com os dentes e desci chupando seus braços novamente até teu pescoço.

Agarro seus braços atrás de suas costas e te sento em meu colo com suas coxas deliciosas, me abraçando a cintura e meu membro latejante lhe massageando áreas quentes e molhadas.

Ela começa instintivamente a rebolar tentando o encaixe, mas a detenho lhe agarrando forte pela cintura e impedindo seus movimentos. Com seu corpo deliciosamente encaixado em meu colo, começo a beijar seus seios. No ultimo movimento agarrando sua cintura, seus movimentos acalmaram. Fiz com que ela entendesse que eu iria lhe dar prazer, e assim, mais conformada, consigo ficar com as mãos livres para acariciar aqueles seios pequenos, mas bem torneados, de textura macia, um perfume exalando do colo, cuidadosamente aplicado para seduzir quem chegasse até aquele ponto.

Desenho uma longa espiral descendo de seu pescoço circundando cada seio de fora pra dentro até chegar nos mamilos eriçados de prazer. Durinhos quase como pequenas pérolas escuras, eles me convidam a degustá-los com desejo e não faço desfeita. Ponho os biquinhos entre os lábios e sugo-os lentamente para minha boca massageando-os com a língua dentro de minha boca quente. Fico um bom tempo abocanhando cada um deles, sugando e lambendo, dando linguadinhas frenéticas neles, massageando teus seios com uma das mãos enquanto a outra passeia por tuas costas, da nuca até sua bunda farta e convidativa...

Quando ela estava bem molinha e dengosa de prazer, fui deitando teu corpo novamente na cama, mas mantendo suas coxas em torno da minha cintura. Meu pau, mais quente e mais duro ainda, massageava seus grandes lábios molhadas e, agora, latejantes.

Continuei acariciando seus seios com as mãos enquanto minha cabeça continuava a explorar sua barriga, acarinhando cada pedacinho de pele e pelos ralos. Para minha grata surpresa, ela havia se lembrado de minhas preferências - ou simplesmente foi uma deliciosa coincidência - e ela tinha se depilado da forma que me mais me enlouquece. Paro um tempo de te lamber para contemplar aquele manjar delicioso que logo será meu.

(continua...)

[]s
O Carioca 30

enviada por O Carioca 31



19/01/2004 13:59


Pensamento do Dia:
Quanto mais queijo suiço, mais furos.
Mas quanto mais furos, menos queijo suiço.
Logo, quanto mais queijo suiço, menos queijo suiço.
Toninho Chamburcy


Quinta-Feira (Parte II)
Mal pegamos o elevador e a coisa começa a pegar fogo. 11 andares num delicioso beijo de língua de curar rinite. Mão aqui. Mão ali, mão acolá. Mão naquilo. Aquilo na mão e, não me pergunte como, ainda sobrou mão para abrir a porta.

Um rápido passeio pela suíte, para mostrar a ela que brinquedos ela dispõe com o passaporte da alegria que ela arranjou. Seus olhos brilham ao ver a cadeira erótica e antever todas as suas possibilidades.

No passeio, fui guiado por sua mão que segurava firmemente meu pau já pulsante e levemente melado, da mesma forma que se segura mão de criança para atravessar a rua. Ela me põe de costas para a cama, me dá um beijo, estica sua perna colocando seu pé descalço no meu peito e me empurra me fazendo cair deitado na cama.

Mal toco minhas costas no colchão e seu corpo já serpenteia sobre o meu, rolando por cima e esticando os braços até o painel de controle da cabeceira. Ela aprende rápido a manusear aquilo e em minutos, liga o ar, apaga todas as luzes, acende as da cabeceira da cama, liga o rádio – que toca Sweetest Taboo da Sade – e liga a iluminação da pista de dança. Ela sobe no colchão, desliza até a borda, desce como quem desce degraus de escadaria do teatro municipal e vai para debaixo das luzes da pista de dança.

Em seguida, começa a fazer um insinuante strip tease para mim. Dança rebolando e gingando para um lado e para o outro, e perfeitamente coreografado, vai se livrando das peças. Antes de começar a se despir, ela dança de maneira provocativa com um cabideiro que faz às vezes de seu amante ou simplesmente de um sortudo desconhecido parceiro de dança. Pouco depois, o cabideiro também pára para assistir o espetáculo que se descortina e segurar seu blazer.

Mais alguns passos, dois rodopios e sua blusa, levemente transparente, surge, como por encantamento, desabotoada e volitante ao girar da mulher deliciosa que ali dança. Entre contorções, gingados e rodopios, ela se aproxima da cama, vira de costas, deixa a blusa correr por seus braços, a apara com a mão. Gira de frente, com a blusa escondendo os seios. Ela fez como quem abraça a blusa e jogou sobre meu rosto. Quando achei que seria impossível, o cheiro dela impregnado na blusa, misturando suor, perfume e seu cheiro natural da pele me deixaram ainda mais excitado. Meu pau começava a vibrar de tão rígido.

Dava pra ver sua silhueta por entre o fino tecido semitransparente da blusa. Ela continuava gingando como que me esperando. Tirei a blusa do rosto dando uma ultima cheirada mais forte em sua blusa para terminar de me embriagar. Sob as luzes piscantes, ela continuou o show, abrindo botão por botão sua saia. Fazia que tirava e não tirava te que deixou somente um botão separando meus olhos do meu objeto secreto de desejo.

Ela fez um ritmado sinal de não com a cabeça, enquanto apontada par ao ultimo botão. Novamente, veio dançando em direção á cama, subiu, novamente me empurrou com o pé o peito, me fazendo deitar. Ela ficou de pé, sobre a cama, Um pé de cada lado de meus quadris...E dançava languidamente. Virou de costas, ainda sobre mim, levantou ligeiramente a saia, e desceu rebolando lentamente até roçar sua xoxotinha quente – deu para sentir o calor – em meu pau sob a cueca. E assim ficou, na boquinha da garrafa, por alguns segundos. Ainda ao som da música, sentou sobre meu membro, e apontou o fecho de seu soutien. Recado entendido. Subi minhas mãos por suas ancas, sua cintura e desabotoei seu soutien, tentando aproveitar a situação para acariciar aqueles seios deliciosos. Ela me deu um tapinha com a mão, fez sinal de não com a outra por sobre seus ombros. Levantou-se de cima de meu pau e continuou a rebolar lentamente bem próximo a ele sobre minha cueca que já estava melada do meu pau e de sua bucetinha desnuda.

Novamente ela continuou dançando quase ritualisticamente sobre meu corpo deitado. Ela veio subindo. A musica agora era uma espécie de musica árabe. E ela sabia se portar ao sabor daquele tipo de melodia. Vez que outra, dava pra entrever sua xoxotinha no escuro debaixo da saia, por entre a fenda dos botões abertos. Ela veio subindo sua saia de pouquinho em pouquinho numa pausa da musica. De uma forma quase profissional, quando quase podia avistar o que eu tanto queria ver, com capricho, ela estalou os dedos, chamando minha atenção e jogou seu soutien sobre meu rosto.

Novamente, ela voltou a rebolar sobre meu pau segurando seus cabelos sobre a cabeça, fazendo com que seus seios balançassem ritmadamente ao som da música. Após algum tempo, ela abraçou por baixo dos seios, dando-lhes mais volume. Com os braços nessa posição, ela ainda rebolando, desabotoou minha camisa, abriu meu cinto, desabotoou minha calça e a retirou, me deixando somente de camisa entreaberta e cueca.

Ela começou a roçar mais forte no meu pau. Senti mais e mais o calor daquela xoxota ardendo e o quão molhada ela estava. Ela se colocou de quatro, engatinhou em direção a meu rosto e começou a esfregar seus seios em minha face. Um de cada vez. Passava os mamilos nos meus cílios, nos meus lábios. Forçava cada seio contra cada um de meus olhos. E eu me deliciava com seus peitos pequenos, mas tenros e macios, enquanto sentir sua buceta quente pulsando sobre minha barriga...

Após alguns minutos nessa sacanagem, ela levantou e novamente, dançando, se pôs com o cone de sua saia sobre minha cabeça. Soltou o ultimo botão e deixou o pano descer por suas pernas sobre meu rosto. Sem perder tempo, tirei o tecido dos meus olhos para não perder um segundo daquela visão maravilhosa que era sua xota carnuda molhada que só faltava pingar ali, sobre meu rosto, ao alcance das mãos.

Ela continuava a dançar naquela posição privilegiada pra minha visão. Vez por outra, colocava um de seus pés sobre meu peito, o que fazia sua xoxotinha ficar entreaberta e me enchia de tesão. Notando isso, Ela começou a fazer isso, mas abrindo com os dedos seus lábios para que eu pudesse ver melhor sua buceta rosadinha. Me vendo mais e mais louco. Ela resolveu descer rebolando vagarosamente, com uma das mãos abrindo sua xotinha até chegar a centímetros do meu rosto. Fiz menção de chegar meu rosto mais perto, mas ela apoiou sua outra mão sobre minha testa. A mão que abria sua xoxota passou por trás da coxa, e seu dedo aflorou por entre os lábios deliciosamente carnudos fazendo um sinal de não pra mim. Ela chegou sua xoxota mais e mais perto. Eu conseguia sentir o calor dos lábios nos lábios.

Ela escorregou uma de suas mãos para dentro daquelas carnes rosadas e enxarcadas e voltou com ele completamente lambuzado de seus sucos. Repetiu a manobra com dois e com três dedos soltando um gemidinho. Em seguida enfiou um de seus dedos em minha boca. O segundo ela chupou ela mesma e o terceiro ela usou para melar meus lábios. Em seguida, afastou sua buceta quente de meu rosto e me deu um beijo que por pouco não me faz gozar.

Novamente ela pos seus dedos dentro da buceta, os trouxe melados e espalhou por seus mamilos me fazendo chupá-los.em seguida. Ela deslizou seu corpo suado por cima do meu, Chegou perto do meu pau. Puxou a pontinha pra baixo descobrindo um ser melado, quente, duro e latejante que esperava por seus carinhos.

Ao vê-lo, ela murmurou: “Oooooiiiiii, prazer em te conhecer. MUITO PRAZER, mesmo!”

Em seguida, deu um beijinho na cabeça, e com total maestria, foi despindo minha cueca com os dentes, vez que outra acariciando meu pau com seu rosto. Uma vez livre da cueca, ela voltou pertinho dele e murmurou: “Bom. Agora sim, vamos nos conhecer melhor, meu amigo!”. Segurou firme no meu saco e o fez deslizar macio para dentro de sua boca quente e aconchegante feito ostra, coemcando assim a me chupar tão gostoso quanto eu nunca havia experimentado.

(continua...)

[]s
O Carioca 30

enviada por O Carioca 31



16/01/2004 13:52

Pensamento do dia:
"Ter ciúme de mulher feia é como colocar rastreamento de satélite em FIAT 147"
Tiazinha que nao lembra seu email



Quinta-feira

Toca o celular e a voz d’Ella invade meu ouvido. Fez boa viagem, o avião chegou na hora e, embora o enrosco pra sair do inferno rodoviário que se forma nas veias asfálticas do Aeroporto Santos Dummont, ela só estava cinco minutos atrasada para sua reunião, que por sua vez ainda se mostrará 10 minutos mais atrasada do que ella. Marcamos sua carona de volta. Eu a levarei ao aeroporto no final do dia.

Novamente o celular. Já são 15:00. A voz d’Ella novamente me invade os ouvidos me dizendo que a reunião terminara e que ela queria aproveitar o restinho de tarde do Rio. Não consigo resistir a seus apelos e à lembrança de sua imagem através das infinitas fotografias trocadas pela Internet. Largo o serviço pela metade e corro ao seu encontro.

Quinze e trinta e lá está ela. Esquina de Rio Branco e Sete de Setembro. A prefeitura devia pagar pra que ela ficasse ali a título de projeto urbanístico pra facilitar a candidatura da cidade as olimpíadas de 2012. Paro em sua frente. Ela me vê, reconhece e vem a meu encontro. Um bom sinal.

Ela entra no meu bólido 1.0 8 válvulas e saio devagar. Ela não conhece muito mais do que os turistas habituais. Levo-a para um rápido passeio, fugindo da loucura do centro. Passamos pelo Aterro, vamos a Zona sul. Ela está com fome. Não houve pausa para o almoço durante a reunião. Levo-a para almoçar num lugar legal. Urca. Mais precisamente Praia Vermelha. Bondinho do Pão-de-açúcar e na primeira parada um restaurante. No alto do morro da Urca. Filé de Truta a Belle-Maunierre, purê e uma taça de vinho branco. Paisagem exuberante, boa conversa e o prazer de sua companhia..

Papo vai, papo vem, necessidade natural feminina e etílica. Ella tem de ir ao banheiro. Reclama que seus pés a estão matando. Com algum sacrifício, calça os altos saltos e se dirige graciosamente ao banheiro. Em seu retorno, passa suas mãos por baixo da mesa e livra seus pés dos saltos novamente, maldizendo todos os ancestrais da bicha francesa que provavelmente inventou que mulher fica mais bonita com saltos e todas as panacas que a ouviram. Eu olho debaixo da mesa pra conferir seus sapatos, o que ainda não tive oportunidade de fazer.

- Mas são sapatos bonitos. Pena esconderem seus pés. Também são lindos.
- Lindos e doloridos.
- Estica suas pernas aqui. – batendo no assento de minha cadeira.

Cobertos pela toalha da mesa, ela estica seus pés e apóia sobre o assento de minha cadeira entre minhas coxas ao som de um gemido de alivio por estar descansando as pernas. Começo a lhe massagear os pés gordinhos e apetitosos aquecendo minhas mãos na caneca de cappuccino que pedimos pra encerrar o almoço.

- Uma pena, depois dessa massagem eu ter que enfiar meus pés de volta nestas câmaras de tortura.
-Não precisa. Trouxe um presente pra você – desembrulhando um pacote escondido na cadeira a meu lado e revelando um par de sandálias baixas de palha trançada que eu comprara numa lojinha de souvenires próxima enquanto ela tinha ido ao banheiro.

A sandália lhe caíra bem ao tirar o blazer que ela usava por cima das vestes mais informais. Mais alguns minutos e descemos. Novamente, uma ultima ida ao banheiro antes de ir. Ela descia saltitante e gingada, ao contrário do que podia fazer se equilibrando nos finos saltos entre as pedras portuguesas da ida. Na base do morro da Urca, abri o carro para que ela entrasse, me despedindo daquele perfume delicioso que ela exalava e que fez questão de não me contar qual era. Dei a volta e me sentei.

Ela colocou sua cabeça sobre meu ombro e agradeceu pelo almoço:

- Esse almoço vai ficar pra história.
- Deveria ficar, tua companhia é ótima.
- Tudo perfeito: comida, papo, sobremesa, paisagem...

O carro já estava em movimento.e já quase chegávamos a botafogo.

- Até presente eu ganhei. – E pós os deliciosos pezinhos sobre o painel
- Espero q tenha gostado.
- Adorei! Queria te dar um presente também, mas não ia te dar um souvenir do Rio de Janeiro. Afinal, você já é O Carioca 30. Aí te dei uma coisa mais pessoal. Está no seu porta-luvas, mas quero que você veja agora.
- Ok. Só vejo quando você estiver decolando.

Ela volta a repousar a cabeça sobre meu ombro. Ele deve ser confortável. Ela pousa sua mão sobre meu colo. Não consigo conter uma rápida ereção pela situação. Mais conversa. Estamos passando pelo flamengo.

- Olha...Estou reconhecendo esse lugar. Aparece um pedaço dele naquele seu post sobre o Diamond.
- Ê olho! É mais ali na frente!
- A Vista de lá é aquilo tudo mesmo?
-Aquilo tudo e mais um pouco.

(Pausa dramática)

- Não sei...O que você acha?
- Seria interessante, mas e seu vôo? – Ah se arrependimento matasse ou se pudéssemos voltar o que dissemos.
- E ponte aérea bobinho. Eu posso pegar a última. Dá tempo.
- Tem certeza? Tenho! Aliás, como vou pegar a última ponte, você vai demorar muito pra ver teu presente. Pode ver agora que estamos aqui no sinal.

Com dificuldade, estico meus braços por entre suas pernas que repousam sobre o painel, abro o porta-luvas e me deparo com sua calcinha.

Olho surpreso pra Ella. Ella tem um sorrisinho maroto no rosto. E dirige seu olhar pra sua saia....A mão que me acariciava o colo, puxa sua saia. Percebo que a calcinha-presente era a que ela estava usando. Mais ainda, vejo que sua outra mão passava por trás de sua outra perna e que ela se masturbava todo o tempo desde que entrou no meu carro.Estendo minha mão pra que ela me dê a sua que ela usava para se tocas. Ella Entende o gesto. Pego sua mão e começo a chupar seu dedo médio até a hora que uma buzinada feroz interrompe pois o sinal abriu.

- É. Acho que dá tempo de você pegar o ultimo vôo - Embiquei o carro em direção ao Diamond. Suíte Diamond.

(continua...)

[]s
O Carioca 30

enviada por O Carioca 31



09/01/2004 02:10
Ce Senta, Meu?

Quer dizer, sessenta mil. Pois é..O OG está chegando aos 60.000 hits. Nessa batida, no segundo aniversário este singelo e sobrevivente Blog estará com mais de 100.000 acessos. Só estou esperando virar o odômetro, pra vender o Blog como quase zero quilômetro.

Para comemorar essa conquista, que eu ainda não sei bem para que serve, lhos brindarei com gotas de sabedoria adquiridas ao longo das ultimas 3 décadas.

Frase do dia:
" O homem é produto do meio...do meio das pernas da mulher!"

Interpretem como quiserem.

[]s
O Carioca 30
enviada por O Carioca 31



05/01/2004 03:12
Em 2004...

Feliz ano-novo! Convenhamos: um ano-novo brasileiro que se preze não tem como comecar numa quinta-feira; muito menos seu primeiro dia útil ser numa sexta. Aposto que se procurarmos bem, em algum artigo obscuro e meticulosamente trancafiado numa cláusula pétrea de nossa constituição deve-se encontrar algo do tipo "é expressamente vedado que o primeiro dia útil de um ano ocorra numa quina ou sexta-feira. Fica, assim, decretado que sempre que tal fato ocorrer, qualquer dia útil até a segunda-feira subseqüente configura-se em ponto-facultativo, mas informalmente para não pegar mal."

Tenho tal certeza pois, constituições são escritas por nossos deputados e senadores, os legítimos representantes de facto, de direicto e, desde 2003, de centro-esquerdco da vontade política de 170 milhões de habitantes, incluindo aí os que não votaram neles. Sendo deputados e senadores, convenhamos, que cogitar de um primeiro dia util ser numa sexta não seria nada de útil, já que táo inútil quanto uma sexta ou segunda-feira de um congressista, talvez, somente o proprio congressista.

Se eu pudesse fazer três pedidos a um gênio da lâmpada, provavelmente seriam um feriado no dia 2 de janeiro; que todas as quartas-feiras fossem feriados; e uma medida provisória ou liminar que removesse o limite de 3 pedidos para os amos de gênios.

O segundo dia do ano é um dia especial e se fosse criado um feriado para ele, eu proporia o nome "Dia do Arrependimento". Neste dia, nos arrependemos da descoberta do álcool como forma de comemoração. É o dia que as células do fígado finalmente estão se reproduzindo e consertando o estrago que fizemos nas beberranças de final de ano.

Além disso, o dia 2 de janeiro é a data fatídica em que nos arrependemos da corridinha no calçadão no dia primeiro ocasionado pelas resoluções de fim-de-ano onde nos proposemos a cuidar da saude. Talvez, ainda sob efeito do álcool, percamos o dissernimento e nos colocamos a correr feito loucos no dia primeiro.

É óbvio que se fosse algo sério, não teríamos corrido com aquela bermuda velha e aquele tênis de futsal que usamos para ir nos campos de futebol society a fim de beber umas cervejas e bater uma bola, mesmo que a bola sempre fique pra semana seguinte pra nao quebrar o raciocínio do papo durante a cerveja.

Também é óbvio que tentar fazer qualquer atividade física que se pratique de pé é arriscada no dia primeiro em função da mudança do centro de gravidade provocada pela proeminência do musculo masculino que mais se desenvolve durante as festanças de fim-de-ano: o panceps. So contrário da joaninha, que desafia diversas leis da física e aerodinãmica ao voar, o sedentário barrigudo de final de ano, ao tentar correr só tem a favor de si a aerodinâmica com seus cantos arredondados. No final, cansado e esbaforido chega em casa cantando vitória com um misto de humildade:

- Querida...puff...pufff...pufff. Corri...pufff....seis $%ômetros...
- Correu quanto?
- puff...puff...seis @#ômetros
- Caramba..Seis quilômetros?
- Não...puff..pufff...Seis hectômetros.
- Vergonhoso!
- Mas é que no meio da corrida eu senti que faltava algo dentro de mim!
- Nossa! Reflexão no meio da corrida.
- Nada... Minha glicose foi lá no chinelo... Senti falta do meu fígado.

Dia dois é dia de ficar quietinho no sofá curtindo as dores das 20 abdominais da dia primeiro. É dia de encher a cara de café porque se deixou de fumar. Apesar de que resolução de deixar de fumar raramente sobrevive ao cafézinho do almoço do dia primeiro. É dia de repensar se foi uma boa prometer que vai se casar com a parceira se o fluminense subir prá terceirona. Dia dois é dia de torcer a cara praquela saborosa salada de rúcula com beterraba e nabo e desejar outro destino para este legume de aspecto esquisito e nome sujestivo lá pelas bandas do cólon de quem descobriu que salada emagrece enquanto aquele bife de carré só faz engordar.

Enfim, dia dois de janeiro é dia de desistir de 40% de suas resoluções de final-de-ano e delegar para a próxima segunda-feira a desistência dos outros 60%. Ou seja, só de coisa que vc se propôs e nao vai realizar, o primeiro dia util de 2004 ja tem agenda cheia. Acho que é melhor ligar prá casa e avisar que voce vai fazer cerão. São dois coelhos com uma cajadada. Voce dá conta de desistir de todas as resoluções de ano-novo durante o cerão, inclusive, a própria resolução de não fazer mais cerão este ano.

Este Carioca que vos fala tomou como resoluções:
- cuidar do corpo (Que pode ser visto no post da ultima semana de dezembro);
- Não fazer mais aniversários;
- Comer cu, pelo menos uma vez por semestre;
- Escrever um post por semana;
- Levar a faculdade a sério;
- Abrir minha microempresa;
- Descobrir que minha microempresa não pode mais ser caracterizada como tal, mas como pequena empresa.

E vocês, meus 4 leitores (quer dizer, agora 5 com a Mayara - que inclusive acho um nome lindo). Que resoluções de ano-novo tomaram?

[]s
O Carioca 30


PS: Um pedido encarecido e singelo: "PUTAQUEPARIU! SE VOCÊ SE DEU AO TRABALHO DE LER ALGUM POST, PORQUE NAO COMENTA, CARAIO?!"

PS2: Prazer em recebê-la aqui, Mayara! Beijo especial pra vc.
enviada por O Carioca 31



03/01/2004 18:17
Senhoras e senhores da Turma de 2004

Primeiramente,o OG - Oral Grupal trambications & Picaretations - gostaria de desejar a voces, nossos nobres 4 amigos leitores um ano de 2004 luminoso!


Abraços
A Gerência
enviada por O Carioca 31



24/12/2003 12:07
Senhoras e senhores da Turma de 2003

E é assim que Pedro Bial conclama aos ouvintes a prestarem atenção em dicas de sabedoria para o próximo ano. O Texto a seguir é a transcrição da versão para a música "Everybody's Free" de Baz Luhrmann interpretada por Pedro Bial, por sinal um excelente declamador por aliar sentimendo a técnicas de empostação de voz. Esta versão vem sendo executada aqui no Rio pela Rádio Paradiso FM (95.7).

Se você não teve a oportunidade de ouvir, vale a pena, perder umas horas mudando de sua rádio para a Paradiso para tentar ouví-la. Mas convem se apressar, dado que a rádio está divulgando esta versão a título de mensagem de fim de ano. Para os menos afortunados, que não têm como sintonizar esta rádio. O OG - Oral Grupal, trambications & Picaretations inc. Disponibiliza o texto abaixo antecipadamente pedindo perdão pelo eventual desrespeito aos direitos autorais, mas, esta mensagem precisa ser conhecida do povo.

Então, sem mais delongas, com vocês, a versão de Everybody´s Free de Baz Luhrmann.




"Senhoras e Senhores da Turma de 2003,

Filtro Solar...Nunca deixem de usar filtro solar!

Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro, seria esta: Use filtro solar.

Os benefícios, a longo do prazo, do uso de filtro solar estão provados e comprovados pela ciência. Já o resto de meus conselhos não tem outra base confiável, além de minha própria experiência errante.

Mas agora, eu vou compartilhar esses conselhos com vocês:

Aproveite bem, o máximo que puder o poder e a beleza da juventude.

Ou, então esquece. Você nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude até que tenham se apagado. Mas, pode crer: daqui a vinte anos, você vai evocar as suas fotos e perceber de um jeito que você nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas escancaravam a sua frente e como você realmente estava com tudo em cima. Você não está gordo ou gorda.

Não se preocupe com o futuro. Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que a preocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver um equação de álgebra.As encrencas de verdade de sua vida tendem haver de coisas que nunca passaram pela sua cabeça preocupada e te pegam no ponto fraco às quatro da tarde de uma terça-feira nodoreica.

Todo o dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.

Cante.
Não seja leviano com o coração dos outros.
Não ature gente de coração leviano.
Use fio dental.
Não perca tempo com a inveja. Às vezes se está por cima, às vezes por baixo. A peleja é longa. E no fim, é só você contra você mesmo.

Não esqueça os elogios que você deu, esqueça as ofensas. E Se conseguir isso, me ensine.

Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos bancários velhos.

Estique-se.
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos 22 o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarentões mais interessantes que conheço ainda não sabem.

Tome bastante cálcio.
Seja cuidadoso com os joelhos, você vai sentir falta deles.

Talvez você se case, talvez não.
Talvez tenha filhos, talvez não.
Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas Bodas de Diamante.

Faça o que fizer, não seu auto congratule demais. Nem seja severo demais com você.

As suas escolhas tem sempre metade das chances de dá certo. É assim com todo mundo.

Desfrute de seu corpo, use-o de toda a maneira que puder mesmo. Não tenha medo do seu corpo e do que as outras pessoas possam achar dele. È o mais incrível instrumento que você jamais vai possuir.

Dance, mesmo que não tenha aonde, além de seu próprio quarto.
Leia as instruções, mesmo que não vá segui-las depois.
Não leia revistas de beleza. Elas só vão fazer você se achar feio.

Dedique-se a conhecer os seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora de vez.
Seja legal com os seus irmãos, eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.

Entenda que amigos vão e vem, mas nunca abra mão de uns poucos bons.
Esforce-se de verdade para diminuir as distâncias geográficas e de estilos de vida. Porque quanto mais velho você ficar mais você vai precisar das pessoas que conheceu quando jovem.

More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer.
More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer.

Viaje.

Aceite certas verdades inescapáveis, os preços vão subir, os políticos vão saracotear, você também vai envelhecer. E quando isso acontecer, você vai fantasiar que quando você era jovem, os preços eram razoáveis, os políticos eram decentes, e as crianças respeitavam os mais velhos.

Respeite os mais velhos. E não espere que ninguém segure a sua barra.

Talvez você arrume uma boa aposentadoria privada.
Talvez case com um bom partido, mas não esqueça que um dos dois pode de repente acabar.

Não mexa demais nos cabelos, senão, quando você chegar aos 40 vai aparentar 85.

Cuidado com os conselhos que comprar. Seja paciente com aqueles que os oferecem. Conselho é uma forma de nostalgia. Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo,
esfregá-lo, repintar as partes feias e decifrar tudo por mais do que vale.

Mas o filtro solar, acredite..."




A todos e todas que me concederam o privilégio de fazer parte de pelo menos um de seus dias, o meu muito obrigado. Aos "amigos" constantes que vêm procurar novidades, curiosidades ou apenas uma besteirinha que lhes abra um sorriso, meu sincero agradecimento e votos de que seu ano de 2004 será muito melhor do que este que passou, em todas as áreas.

Afinal, a realização é um caminho no qual só se sabe onde fica a plenitude, quando não se consegue mais chegar ou passar dela.

Meu forte abraço a estes amigos que levaram nosso contador a quase seis dezenas de milhares de acessos.
O Carioca 30


enviada por O Carioca 31






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