Nossos 4 leitores j� deram reloads




29/01/2004 19:52

Pensamento do dia:
Se você sentir duas bolinhas encostando na sua buceta, não se preocupe: o pior já passou.
Long Dong Silver



Quinta-Feira – Revolutions

Depois de todo este tempo, encaixe mais perfeito não poderia existir. Quase se conseguiu ouvir um click. Suas entranhas quentes já me puxavam pelo membro pra dentro de si. E frente tamanho desejo explicito em seus sucos vaginais, não mais pude resistir e deslizei suave pra dentro daquelas carnes trêmulas e tórridas.

Fui sentindo, a cada milímetro seu calor aconchegando meu pau teso que a invadiaLento, mas inexorável, numa sensação indescritível como toda sensação em sua essência. Deslizei, deslizei e parei fundo. Senti a ponta da cabeça de meu pau tocar-lhe o colo do útero. Ela estremecia com suas pernas entreabertas ao lado de minhas coxas. Olhos nos olhos. Ela mordia os lábios fortemente, em expressão de prazer. Ela me abraçou forte, recostou sua cabeça em meu peito...Abraçou meus quadris com suas pernass, coltou um gemido bem mais forte.

Me acomodei tocando seu grelinho com a base do meu pau e ela soltou outro gemidinho. Ela ainda me abraçava forte me tolhindo os movimentos com esus braços. Comecei a rebolar de um lado para o outro, ainda dentro dela, com a base do meu pau roçando-lhe suavemente o clitóris.. Ela gritou e cravou os dentes em meu peito, me causando um mixto de dor e prazer duplo. Prazer por ela estar me devorando, assim como eu a queria devorar. Prazer por estar dando prazer tamanho a ela.

Continuei rebolando desta maneira conforme notei que ela estivesse gostando. Alguns poucos minutos e ela soltou mais um grito...Longo, quase agonizante. Estremeceu, me mordeu mais forte. Jogou a cabeça sobre o travesseiro e me olhou nos olhos com cara de gozei. Livre de seu abraço apertado, continuei fundo em sua buceta vibrante, mas, desta vez, efetuando movimentos circulares. Massageava todo o seu canal vaginal com estes movimentos, tocando em pontos que não costumavam ser tocados normalmente.

Ela delirava, agarrou suas mãos em meus quadris e ficou acompanhando o meu movimento, enquanto a estocava fundo.. Agarrei suas mãos, as coloquei sobre minha bunda e comecei num movimento lento e longo de vai e vem. Tirava quase tudo até ficar somente a cabeça entre seus pequenos e grandes lábios e depois recolocava tudo de novo até sentir a ponta de meu pau lhe tocar levemente o colo do útero.

Ficamos assim por algum tempo até que ela, com as mãos em minha bunda, começou a comandar o ritmo das estocadas. Ela literalmente dirigia a forma como eu a comia deliciosamente. Ela comandava e eu estocava fundo, raso, rápido, lento., em ângulo e tudo mais que a imaginação e seu desejo expressassem em suas mãos. Ela foi aumentando o ritmo mantendo as estocadas longas e pouco antes de gozar, cravou suas unhas em minha bunda, me fazendo meter bem mais fundo dessa vez. Sentindo o fundo de sua buceta, o canal contraindo e suas unnhas me impedindo de sair da posição, não resisti e gozei deliciosamente dentro daquele corpo gostoso e safado.

Jatos quentes e um bom volumede porra foi despejada ali. Ficando preso na camisinha. Seu canal contraia ritmadamente, como que ordenhando meu pau e extraindo até a ultima gota de sêmen. Ficamos assim por alguns minutos.

Tirei meu membro de dentro dela. Removi a camisinha e deixei meu pau melado encostado naquels lábios suculentos de sua bucetinha. Senti que ela ainda pulsava de tesão. Meu pau continuava duro e ela pôde sentir. Ela me deitou de barriga pra cima. Poe meu pau em sua boca, sugando os últimos resquícios de porra e deixando-o ainda mais duro. Esticou a mão para a mesinha de cabeceira e puxou outra camisinha.

Ela segurou a camisinha entre os dentes, deslizou seus seios sobre meu corpo, colocou parte da embalagem em minha boca e rasgou a embalagem com os dentes. Puxou o conteúdo com os lábios e veio descendo com seus seios por meu corpo. Ela pegou meu pau, segurou por uns instantes, analisou como quem quer ver o se o estado ainda pemite brincadeira, deu um sorriso e me vestui novamente. Novamente, me acariciando com seus seio, me beijou a boca e enquanto eu estava distraído, ela meteu meu pau em sua bucetinha quente de novo de uma só vez.

Novamente, fui abraçado pelo fogo daquela xoxota insaciável. Ela agora deitava sua cabeça sobre meu peito e rebolava suas ancas deliciosamente sobre meu pau. Gemendo baixinho e respirando ofegante. Depois de alguns minutos, ela se sentou sobre meu pau e começou a me cavalgar gostoso, hora pra cima e pra baixo, hora circularmente. Ela esticou seus braços atrás das costas e começou a massagear meu saco enquanto me cavalgava. Com uma de suas mãos ela começou a se masturbar enquanto galopava ferozmente. Vez por outra, sua mão subia e apertava seus seios.

Estiquei minhas mãos em direção a seus peitos e comecei a acariciá-los. Ela usou sua mão para fazer um coque e segurar os cabelos que lhe caiam no rosto. Eu me deliciava naquela situação, com sua buceta me engolindo a rola, minhas mãos naqueles seios pequenos e tenros, acariciando os mamilos, apertando de vez em quando e sentindo o prazer daquela gata no cio que segurava seus cabelos acima da cabeça.

Após alguns minutos, Ela agarrou minhas mãos e afastou de seus seios, colocando-as em suas coxas. Tentei novamente pegar seus seios deliciosos, mas ela novamente não deixou. Com minhas mãos devidamente acomodadas em suas coxas alvas e grossas. Ela continuou me cavalgando se masturbando e tocando seus seios. Olhinhos fechados, sentindo prazer. Não resisti. Sentei-me. Ela continuou cavalgando, esta minha amazona safada, eu comecei a lamber seus seios. Ela mudou o estilo do galope para um trotezinho curto e compassado.

Como estava prestes a gozar de novo, parei seu passeio e deixei a tensão diminuir, lambendo seus seios. Um e depois o outro.

Passada a tensão, Me pus de joelhos, acomodei seus quadris sobre uma de minhas pernas e meti novamente, bem fundo. Suas pernas estavam para cima. Seu pé sobre meu peito, o outro sobre meu ombro. Nessa posição, Voltei a bombar fundo, acariciando suas pernas até as coxas, Lambendo suas canelas e seus pés. Massageando seu clitóris com os dedos. Ela acariciava seus seiios. E eu bombando fundo e gostoso.

Agarrei-a pela cintura e, sem tirar, Puxei a de volta pra cima. Me pus de joelhos e ela literalmente trepada em mim. Um vai e vem gostoso nesta posição e gozei, despencando sobre seu corpo como um carvalho caindo. Novamente, gozei quase a ponto de sair de mim. Ela gozou segundos depois, com meu peso sobre seu corpo enquanto mais uma razoável quantidade de porra quente a aquecia por dentro, presa na ponta da camisinha. Ofegantes, consegui sair de cima dela após alguns minutos. Me deitei a seu lado. Ela esticou a mão em direção a meu pau, tirou a camisinha, espalhou o conteúdo sobre os cabelos que tenho do umbigo aos pentelhos. Rastejou até lá e lambeu o resultado do prazer que ela tinha me dado. Voltou com sua boca ainda cheirando a minha porra e me beijou deliciosamente.

Ficamos abraçados. Entre cafunés e suspiros. Aormecemos os dois. Abraçados. Um curtindo o corpo do outro. Acordamos sobressaltados com um bip do celular dela. Era uma mensagem de texto, confirmando o vôo dela de volta.

Notamos que a mensagem chegou um pouco tarde. Estávamos atrasados. Ela foi tomar banho. Fui junto pra economizar tempo. Ela se molhou., saiu do chuveiro. Me molhei enquanto ela se esaboava. Sai do chuveiro pra que ela se enxaguasse. Me ensaboei. Ela ficou rindo da minha aprencia cheia de espuma, principalmente do meu membro inchado de tanta brincadeira. Me aproximei e a beijei deliciosamente, sujando-a de espuma.

Ela mandou eu tirar a espuma primeiro. Mas me interrompeu. Me puxou do chuveiro, passou sabonete nas mãos e disse:

- Deixa eu ver como é lavar um pau.

Ela se pôs atrás de mim, e com a mão cheia de espuma começou a lavar meu membro flácido e inchado, que não permaneceu assim por muito tempo tamanho seu traquejo com as mãos. Depois o enxaguou fazendo uma calha com uma das mãos por onde a água do chuveiro escorria sobre a cabeça do meu membro tirando a espuma.

Ela achou interessante, mas estava atrasada. Se enfiou debaixo do chuveiro e continuou retirando o resto de espuma que sobrou nela. Tudo ia bem até que ela se abaixou pra lavar as pernas expondo aquele rabo maravilhoso pra mim. Meu pau que já estava meia bomba com a brincadeira do sabonete, ficou duro de vez. Feliz , saltitante e inchado, me enchendo de orgulho. Chegueei devagarinho e o encostei em sua bucetinha. Ela parou de limpar as pernas. Levantou o corpo, afastando seus cabelos molhados. Beijei seu pescoço molhado e ela começou a ficar mole de novo, debaixo do chuveiro quente.

Meu pau roçava em sua bunda generosa.Minhas mãos molhadas deslizavam sobre seus seios até seu púbis. Comecei a dedilhar seu grelo sobre a água quente do chuveiro forte que lhe banhava os seios e parte caia entre suas costas e meu peito inundando seu reguinho onde meu pau estava alojado.

Ela estremeceu as pernas ao sabor da minha siririca. E foi abaixando, abaixando, abaixando e se postou de 4. Foi a minha deixa pra fodê-la como um cachorro debaixo da chuva quente e dos vapores no voz blindex.

Agarrei sua cintura e comecei bombando lento e raso só pra ela se lubrificar. Não demorou muito. Ela já me pedia que metesse tudo. Agarrei-a pelos cabelos a outr amao pela cintura e comecei a meter fundo naquela xoxota sedenta de porra. Seus gemidos pareciam ganidos de filhote de cachorro. Não resisti e disse em seu ouvido.

- Sabia que vc queria mais rola, minha cadelinha!

Ela ganiu mais forte. E eu meti mais e mais forte e rápido. Continuei metendo e dizendo sacanagens gostosas na orelha da minha cadelinha yorkshire. Não tardou ela gozou ali de quatro epsetada pelo meu pau desabando no chão molhado do Box. Continuei bombando com aquela fêmea jogada no chão do Box do motel com a bunda empinada pra que eu metesse mais gostoso. Não tardou e ela deu uma rebolada mais gostosa me fazendo chegar perto do gozo. Tirei meu pau e gozei gostoso melando aquela bunda maravilhosa com minha porra quente, espalhando-a depois sobre toda aquela extensão, massageando suas nádegas com minhas mãos enquanto pincelava seu cuzinho com a cabeça do meu pau.

Nos sentamos no chão do Box. Ela sobre meu colo e nos refizemos debaixo do chuveiro. Nos lebantamos. Ela terminou seu banho. Eu terminei o meu. Fomos para o quarto nos preparar para sua viagem. Ela olhou o relógio. Já não havia mais chance dela pegar qualquer vôo de volta.

Decidimos relaxar. Jantaríamos, dormiríamos e eu lhe daria uma carona até sua cidade na madrugada, numa viagem que renderia outras histórias interessantes, mas estas ficam para um outro conto.

FINIS.

[]s
O Carioca 30


enviada por O Carioca 31






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)