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26/01/2004 18:19

Frase do Dia:

"Há mulheres que se conquistam com um gesto...
Há mulheres que se conquistam com um olhar...
Há mulheres que se conquistam com um beijo...
Ha mulheres que se conquistam com a inteligência...
Há mulheres que se conquistam com o carinho...

Para todas as outras existe Mastercard. Mastercard o mais aceito da princesa à puta!"
Adágio Popular.




Quinta-Feira – Parte IV (O Retorno)

E começo a acarinhar seu púbis com meu rosto, beijando os pedacinhos depilados.Suas pernas entreabertas me permitem ver o esplendor de seus lábios generosos e aconchegantes, que vez por outra se contraem ao ritmo de minha respiração que se compassou com a dela. Mas sua xotinha quente e melada vai ser meu prato principal: continuemos com a entrada.

Para dar uma demonstração do que vem, passeio lentamente com minha língua por sua virilha. Minha língua desce quente e molhada por uma virilha. Meu nariz, roça no seu grelinho. Minha boca passa por seu períneo, eu brinco um instante com seu rabinho e a língua retorna pela outra virilha, contornando os pentelhos cuidadosamente aparados sob o púbis molhado de minha saliva e nosso suor.

Numa destas voltas, desço com minha boca desbravadora pela parte interna de sua coxa.Com chupadas mais vigorosas, leves mordidas e eternas lambidas que serpenteiam formando oitos imaginários, ou simplesmente símbolos de infinito, como o tesão que sinto por ela. E continuo descendo.

Minhas mãos ha muito já não alcançam mais seus seios para acariciá-los. Mas elas alcançam sua barriga, seu púbis, sua xotinha incandescente. E nada é mais gostoso naquele momento do que sentir seus lábios fartos, quentes e encharcados entre meus dedos. Enquanto a distraio com meus dedos mágicos, quase não percebes que já passei por suas canelas e agora revelo mais uma de minhas taras. Chego a seus pés, onde literalmente os lavo com minha boca beijando cada cantinho dos pezinhos graciosos. Massageando com a mão que sobrou, abocanho cada dedinho a começar do mínimo.

Chupo-os como se fossem pequenos M&Ms, um a um, esperando que derretam em minha boca. Até que chego no polegar. Em seguida abocanho de dois em dois dedos para brincar com a língua entre eles. E minha outra mão a distraindo com os lábios de sua xoxota.

Após percorrer cada dobrinhas dos dedos, é hora de voltar. Despeço-me de seus pés, acarinhando a sola e a parte de dentro com meu rosto.

Acaricio sua xoxota com minha mão, do grelo ao final hora abrindo carinhosamente, hora deixando um dos dedos deslizar vagarosamente, mas com vontade, para dentro de tuas entranhas quentes. É quando faço o caminho de volta com o mesmo esmero até retornar a sua xoxota, que já se encontra ocupada por meu indicador.

Meu dedo lhe massageia por dentro indo carinhosamente até o fundo e retornando pela parede da frente de sua vagina. É quando volto a chupar-lhe a xoxota com toda a volúpia que ela consegue me causar.

Suas pernas se abrem mais me convidando, mas não posso abandonar a deliciosa entrara pela metade. Quando suas pernas se abrem, melhor dá pra sentir o calor que sua xotinha está emanando e o perfume inebriante de tesão feminino me invade as narinas, me entorpecendo, me enlouquecendo, me fazendo latejar de desejo mais e mais.

Coloco também meu dedo médio xoxota adentro. Agora ambos a massageiam por dentro: um em cada parede, movimentos ondulantes. Enquanto meu polegar descobre as delicias de seu grelo intumescido e pulsante.

Minha outra mão acaricia seus pentelhos, e minha boca inicia seu trabalho mais prazeroso. Lambendo seu grelo desprotegido, passeando pelos lábios cuidadosamente separados com os dedos que estão de fora do calor gostoso da sua boceta. Ela já passara dos suspiros pra gemidos.

Abocanho seu grelo demoradamente, enquanto meus dedos a conhecem por dentro. Isso livra minha mão pra que ela lhe acaricie os seios. Determinadas combinações de meus dedos e minha boca começam a fazer seu corpo contorcer descompassado, querendo fugir do prazer que estou lhe proporcionando. Sua cintura começa a rebolar como que querendo que eu esteja mais e mais dentro dela.

O delicioso suco que escorre de sua xotinha já levemente inchada, se canaliza entre meus dois dedos e é bebido por mim na palma de minha mão. Vez que outra, troco de mão para lamber os dedos encharcados dela. Depois de um bom tempo nessa sacanagem gostosa, sua boceta se contrai vigorosamente comprimindo meus dedos. Sua respiração estancou. O sabor de seu suco e o cheiro mudou. Ficou mais acre. Seu corpo começa a tremer rapidamente, e suas coxas se contraem comprimindo minha cabeça.

Abocanho toda sua xoxota de uma vez e brinco com minha língua em suas carnes com sua xoxota toda abocanhada. Sua respiração virou um só longo gemido baixinho interminável. Logo suas pernas relaxam e me permitem continuar a lamber seu sexo provocando-lhe gostosos choquinhos e lhe fazendo soltar gritinhos.

Tiro meus dedos de dentro dela. Dou um longo beijo de língua em sua boceta ensopada e venho serpenteando meu corpo de volta por cima do seu até que possa lhe dar um gostoso beijo na boca de agradecimento enquanto meu membro duro e molhado encaixa novamente entre suas carnes suculentas. Olhos nos olhos, nenhuma palavra, mas um olhar é suficiente para se fazer entender.

(continua...)

[]s
O Carioca 30

enviada por O Carioca 31






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