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19/01/2004 13:59
Pensamento do Dia: Quanto mais queijo suiço, mais furos. Mas quanto mais furos, menos queijo suiço. Logo, quanto mais queijo suiço, menos queijo suiço. Toninho Chamburcy Quinta-Feira (Parte II) Mal pegamos o elevador e a coisa começa a pegar fogo. 11 andares num delicioso beijo de língua de curar rinite. Mão aqui. Mão ali, mão acolá. Mão naquilo. Aquilo na mão e, não me pergunte como, ainda sobrou mão para abrir a porta. Um rápido passeio pela suíte, para mostrar a ela que brinquedos ela dispõe com o passaporte da alegria que ela arranjou. Seus olhos brilham ao ver a cadeira erótica e antever todas as suas possibilidades. No passeio, fui guiado por sua mão que segurava firmemente meu pau já pulsante e levemente melado, da mesma forma que se segura mão de criança para atravessar a rua. Ela me põe de costas para a cama, me dá um beijo, estica sua perna colocando seu pé descalço no meu peito e me empurra me fazendo cair deitado na cama. Mal toco minhas costas no colchão e seu corpo já serpenteia sobre o meu, rolando por cima e esticando os braços até o painel de controle da cabeceira. Ela aprende rápido a manusear aquilo e em minutos, liga o ar, apaga todas as luzes, acende as da cabeceira da cama, liga o rádio que toca Sweetest Taboo da Sade e liga a iluminação da pista de dança. Ela sobe no colchão, desliza até a borda, desce como quem desce degraus de escadaria do teatro municipal e vai para debaixo das luzes da pista de dança. Em seguida, começa a fazer um insinuante strip tease para mim. Dança rebolando e gingando para um lado e para o outro, e perfeitamente coreografado, vai se livrando das peças. Antes de começar a se despir, ela dança de maneira provocativa com um cabideiro que faz às vezes de seu amante ou simplesmente de um sortudo desconhecido parceiro de dança. Pouco depois, o cabideiro também pára para assistir o espetáculo que se descortina e segurar seu blazer. Mais alguns passos, dois rodopios e sua blusa, levemente transparente, surge, como por encantamento, desabotoada e volitante ao girar da mulher deliciosa que ali dança. Entre contorções, gingados e rodopios, ela se aproxima da cama, vira de costas, deixa a blusa correr por seus braços, a apara com a mão. Gira de frente, com a blusa escondendo os seios. Ela fez como quem abraça a blusa e jogou sobre meu rosto. Quando achei que seria impossível, o cheiro dela impregnado na blusa, misturando suor, perfume e seu cheiro natural da pele me deixaram ainda mais excitado. Meu pau começava a vibrar de tão rígido. Dava pra ver sua silhueta por entre o fino tecido semitransparente da blusa. Ela continuava gingando como que me esperando. Tirei a blusa do rosto dando uma ultima cheirada mais forte em sua blusa para terminar de me embriagar. Sob as luzes piscantes, ela continuou o show, abrindo botão por botão sua saia. Fazia que tirava e não tirava te que deixou somente um botão separando meus olhos do meu objeto secreto de desejo. Ela fez um ritmado sinal de não com a cabeça, enquanto apontada par ao ultimo botão. Novamente, veio dançando em direção á cama, subiu, novamente me empurrou com o pé o peito, me fazendo deitar. Ela ficou de pé, sobre a cama, Um pé de cada lado de meus quadris...E dançava languidamente. Virou de costas, ainda sobre mim, levantou ligeiramente a saia, e desceu rebolando lentamente até roçar sua xoxotinha quente deu para sentir o calor em meu pau sob a cueca. E assim ficou, na boquinha da garrafa, por alguns segundos. Ainda ao som da música, sentou sobre meu membro, e apontou o fecho de seu soutien. Recado entendido. Subi minhas mãos por suas ancas, sua cintura e desabotoei seu soutien, tentando aproveitar a situação para acariciar aqueles seios deliciosos. Ela me deu um tapinha com a mão, fez sinal de não com a outra por sobre seus ombros. Levantou-se de cima de meu pau e continuou a rebolar lentamente bem próximo a ele sobre minha cueca que já estava melada do meu pau e de sua bucetinha desnuda. Novamente ela continuou dançando quase ritualisticamente sobre meu corpo deitado. Ela veio subindo. A musica agora era uma espécie de musica árabe. E ela sabia se portar ao sabor daquele tipo de melodia. Vez que outra, dava pra entrever sua xoxotinha no escuro debaixo da saia, por entre a fenda dos botões abertos. Ela veio subindo sua saia de pouquinho em pouquinho numa pausa da musica. De uma forma quase profissional, quando quase podia avistar o que eu tanto queria ver, com capricho, ela estalou os dedos, chamando minha atenção e jogou seu soutien sobre meu rosto. Novamente, ela voltou a rebolar sobre meu pau segurando seus cabelos sobre a cabeça, fazendo com que seus seios balançassem ritmadamente ao som da música. Após algum tempo, ela abraçou por baixo dos seios, dando-lhes mais volume. Com os braços nessa posição, ela ainda rebolando, desabotoou minha camisa, abriu meu cinto, desabotoou minha calça e a retirou, me deixando somente de camisa entreaberta e cueca. Ela começou a roçar mais forte no meu pau. Senti mais e mais o calor daquela xoxota ardendo e o quão molhada ela estava. Ela se colocou de quatro, engatinhou em direção a meu rosto e começou a esfregar seus seios em minha face. Um de cada vez. Passava os mamilos nos meus cílios, nos meus lábios. Forçava cada seio contra cada um de meus olhos. E eu me deliciava com seus peitos pequenos, mas tenros e macios, enquanto sentir sua buceta quente pulsando sobre minha barriga... Após alguns minutos nessa sacanagem, ela levantou e novamente, dançando, se pôs com o cone de sua saia sobre minha cabeça. Soltou o ultimo botão e deixou o pano descer por suas pernas sobre meu rosto. Sem perder tempo, tirei o tecido dos meus olhos para não perder um segundo daquela visão maravilhosa que era sua xota carnuda molhada que só faltava pingar ali, sobre meu rosto, ao alcance das mãos. Ela continuava a dançar naquela posição privilegiada pra minha visão. Vez por outra, colocava um de seus pés sobre meu peito, o que fazia sua xoxotinha ficar entreaberta e me enchia de tesão. Notando isso, Ela começou a fazer isso, mas abrindo com os dedos seus lábios para que eu pudesse ver melhor sua buceta rosadinha. Me vendo mais e mais louco. Ela resolveu descer rebolando vagarosamente, com uma das mãos abrindo sua xotinha até chegar a centímetros do meu rosto. Fiz menção de chegar meu rosto mais perto, mas ela apoiou sua outra mão sobre minha testa. A mão que abria sua xoxota passou por trás da coxa, e seu dedo aflorou por entre os lábios deliciosamente carnudos fazendo um sinal de não pra mim. Ela chegou sua xoxota mais e mais perto. Eu conseguia sentir o calor dos lábios nos lábios. Ela escorregou uma de suas mãos para dentro daquelas carnes rosadas e enxarcadas e voltou com ele completamente lambuzado de seus sucos. Repetiu a manobra com dois e com três dedos soltando um gemidinho. Em seguida enfiou um de seus dedos em minha boca. O segundo ela chupou ela mesma e o terceiro ela usou para melar meus lábios. Em seguida, afastou sua buceta quente de meu rosto e me deu um beijo que por pouco não me faz gozar. Novamente ela pos seus dedos dentro da buceta, os trouxe melados e espalhou por seus mamilos me fazendo chupá-los.em seguida. Ela deslizou seu corpo suado por cima do meu, Chegou perto do meu pau. Puxou a pontinha pra baixo descobrindo um ser melado, quente, duro e latejante que esperava por seus carinhos. Ao vê-lo, ela murmurou: Oooooiiiiii, prazer em te conhecer. MUITO PRAZER, mesmo! Em seguida, deu um beijinho na cabeça, e com total maestria, foi despindo minha cueca com os dentes, vez que outra acariciando meu pau com seu rosto. Uma vez livre da cueca, ela voltou pertinho dele e murmurou: Bom. Agora sim, vamos nos conhecer melhor, meu amigo!. Segurou firme no meu saco e o fez deslizar macio para dentro de sua boca quente e aconchegante feito ostra, coemcando assim a me chupar tão gostoso quanto eu nunca havia experimentado. (continua...) []s O Carioca 30 enviada por O Carioca 31 Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?) |
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