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16/01/2004 13:52
Pensamento do dia: "Ter ciúme de mulher feia é como colocar rastreamento de satélite em FIAT 147" Tiazinha que nao lembra seu email
Quinta-feira Toca o celular e a voz dElla invade meu ouvido. Fez boa viagem, o avião chegou na hora e, embora o enrosco pra sair do inferno rodoviário que se forma nas veias asfálticas do Aeroporto Santos Dummont, ela só estava cinco minutos atrasada para sua reunião, que por sua vez ainda se mostrará 10 minutos mais atrasada do que ella. Marcamos sua carona de volta. Eu a levarei ao aeroporto no final do dia. Novamente o celular. Já são 15:00. A voz dElla novamente me invade os ouvidos me dizendo que a reunião terminara e que ela queria aproveitar o restinho de tarde do Rio. Não consigo resistir a seus apelos e à lembrança de sua imagem através das infinitas fotografias trocadas pela Internet. Largo o serviço pela metade e corro ao seu encontro. Quinze e trinta e lá está ela. Esquina de Rio Branco e Sete de Setembro. A prefeitura devia pagar pra que ela ficasse ali a título de projeto urbanístico pra facilitar a candidatura da cidade as olimpíadas de 2012. Paro em sua frente. Ela me vê, reconhece e vem a meu encontro. Um bom sinal. Ela entra no meu bólido 1.0 8 válvulas e saio devagar. Ela não conhece muito mais do que os turistas habituais. Levo-a para um rápido passeio, fugindo da loucura do centro. Passamos pelo Aterro, vamos a Zona sul. Ela está com fome. Não houve pausa para o almoço durante a reunião. Levo-a para almoçar num lugar legal. Urca. Mais precisamente Praia Vermelha. Bondinho do Pão-de-açúcar e na primeira parada um restaurante. No alto do morro da Urca. Filé de Truta a Belle-Maunierre, purê e uma taça de vinho branco. Paisagem exuberante, boa conversa e o prazer de sua companhia.. Papo vai, papo vem, necessidade natural feminina e etílica. Ella tem de ir ao banheiro. Reclama que seus pés a estão matando. Com algum sacrifício, calça os altos saltos e se dirige graciosamente ao banheiro. Em seu retorno, passa suas mãos por baixo da mesa e livra seus pés dos saltos novamente, maldizendo todos os ancestrais da bicha francesa que provavelmente inventou que mulher fica mais bonita com saltos e todas as panacas que a ouviram. Eu olho debaixo da mesa pra conferir seus sapatos, o que ainda não tive oportunidade de fazer. - Mas são sapatos bonitos. Pena esconderem seus pés. Também são lindos. - Lindos e doloridos. - Estica suas pernas aqui. batendo no assento de minha cadeira. Cobertos pela toalha da mesa, ela estica seus pés e apóia sobre o assento de minha cadeira entre minhas coxas ao som de um gemido de alivio por estar descansando as pernas. Começo a lhe massagear os pés gordinhos e apetitosos aquecendo minhas mãos na caneca de cappuccino que pedimos pra encerrar o almoço. - Uma pena, depois dessa massagem eu ter que enfiar meus pés de volta nestas câmaras de tortura. -Não precisa. Trouxe um presente pra você desembrulhando um pacote escondido na cadeira a meu lado e revelando um par de sandálias baixas de palha trançada que eu comprara numa lojinha de souvenires próxima enquanto ela tinha ido ao banheiro. A sandália lhe caíra bem ao tirar o blazer que ela usava por cima das vestes mais informais. Mais alguns minutos e descemos. Novamente, uma ultima ida ao banheiro antes de ir. Ela descia saltitante e gingada, ao contrário do que podia fazer se equilibrando nos finos saltos entre as pedras portuguesas da ida. Na base do morro da Urca, abri o carro para que ela entrasse, me despedindo daquele perfume delicioso que ela exalava e que fez questão de não me contar qual era. Dei a volta e me sentei. Ela colocou sua cabeça sobre meu ombro e agradeceu pelo almoço: - Esse almoço vai ficar pra história. - Deveria ficar, tua companhia é ótima. - Tudo perfeito: comida, papo, sobremesa, paisagem... O carro já estava em movimento.e já quase chegávamos a botafogo. - Até presente eu ganhei. E pós os deliciosos pezinhos sobre o painel - Espero q tenha gostado. - Adorei! Queria te dar um presente também, mas não ia te dar um souvenir do Rio de Janeiro. Afinal, você já é O Carioca 30. Aí te dei uma coisa mais pessoal. Está no seu porta-luvas, mas quero que você veja agora. - Ok. Só vejo quando você estiver decolando. Ela volta a repousar a cabeça sobre meu ombro. Ele deve ser confortável. Ela pousa sua mão sobre meu colo. Não consigo conter uma rápida ereção pela situação. Mais conversa. Estamos passando pelo flamengo. - Olha...Estou reconhecendo esse lugar. Aparece um pedaço dele naquele seu post sobre o Diamond. - Ê olho! É mais ali na frente! - A Vista de lá é aquilo tudo mesmo? -Aquilo tudo e mais um pouco. (Pausa dramática) - Não sei...O que você acha? - Seria interessante, mas e seu vôo? Ah se arrependimento matasse ou se pudéssemos voltar o que dissemos. - E ponte aérea bobinho. Eu posso pegar a última. Dá tempo. - Tem certeza? Tenho! Aliás, como vou pegar a última ponte, você vai demorar muito pra ver teu presente. Pode ver agora que estamos aqui no sinal. Com dificuldade, estico meus braços por entre suas pernas que repousam sobre o painel, abro o porta-luvas e me deparo com sua calcinha. Olho surpreso pra Ella. Ella tem um sorrisinho maroto no rosto. E dirige seu olhar pra sua saia....A mão que me acariciava o colo, puxa sua saia. Percebo que a calcinha-presente era a que ela estava usando. Mais ainda, vejo que sua outra mão passava por trás de sua outra perna e que ela se masturbava todo o tempo desde que entrou no meu carro.Estendo minha mão pra que ela me dê a sua que ela usava para se tocas. Ella Entende o gesto. Pego sua mão e começo a chupar seu dedo médio até a hora que uma buzinada feroz interrompe pois o sinal abriu. - É. Acho que dá tempo de você pegar o ultimo vôo - Embiquei o carro em direção ao Diamond. Suíte Diamond. (continua...) []s O Carioca 30 enviada por O Carioca 31 Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?) |
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